
Um cão lunfardo
06/09/2008Ele era branco, parecia um monte de neve ambulante, seu latido acalmava todos próximos, desta vez foi excessão.Todos estavam em mesma direção naquela imensa avenida.Gritavam.Businavam.Só não percebiam, que por mais que produzam sons, não era música e isto não os tirava do lugar.
Choveu à muito tempo, para decepção do cão, mesmo assim seu latido não sutia efeito algum.As adjacentes da avenida estavam praticamante vazias, para que usa-las?Levariam para o mesmo destino inveitável a única vantagem é poder conversar com alguem.
O cão tentava ao extremo, se aproximava das pessoas, dando elas a oportunidade de tatearem sua plumagem.Ele acreditava que isto as acalmava, foi em vão.Resultou em sua morte.
Eu esperava o cão se aproximar ao meu carro, agora estava morto.
Desistiu.
Deixei meu carro, lá parado estava anos, demorariam para perceber.Segui meu caminho sozinho, nas ruas desconhecidas.Provavelmente, chegarei mais rápido.Quando estiver próximo, indicarei num mapa para os outros que desistiram, assim aproveitarião melhor a viagem, mesmo sendo passageira.
Como sua vida no final, similar à uma chuva passageira, vou apercebendo…finalmente cheguei, o ar não é seco ou poluído, contudo chover seria tão gratificante.